Às vésperas do Natal, muçulmanos executam mais de 100 cristãos na Nigéria
23/12/2017 21:46 em Missões

A Nigéria é um país em guerra civil não declarada. A nação africana possui uma divisão populacional em que metade é cristã, e metade é muçulmana. E os fiéis extremistas da última, impulsionados por grupos como o Boko Haram (aliado do Estado Islâmico), têm massacrado os seguidores de Jesus Cristo.

O caso mais recente foi protagonizado por muçulmanos da etnia fulani, que fica no nordeste da Nigéria. Aliados aos extremistas do Boko Haram, os seguidores de Maomé nessa tribo executaram 100 cristãos do estado de Adamawa.

O conflito começou após uma mulher cristã grávida da região de Numan ter sido estuprada e assassinada em sua fazenda pelos fulani, que também mataram seu marido e irmão quando estes tentaram intervir na situação.

Os moradores de Numan, indignados, organizaram uma milícia para contra-atacar os fulani, mas terminaram por cair em uma emboscada, que culminou com o ataque a diversas aldeias no sul do estado, além de um bombardeio aéreo que destruiu um templo da Igreja Luterana, segundo testemunhas.

Esse relato, porém, levantou a suspeita de que os fulani tenham obtido apoio militar clandestino, o que gerou questionamentos ao governo do país, que é conduzido por um muçulmano. Em resposta, os militares nigerianos afirmaram que usaram aeronaves para responder ao ataque dos fulani.

O conflito começou após uma mulher cristã grávida da região de Numan ter sido estuprada e assassinada em sua fazenda pelos fulani, que também mataram seu marido e irmão quando estes tentaram intervir na situação.

Os moradores de Numan, indignados, organizaram uma milícia para contra-atacar os fulani, mas terminaram por cair em uma emboscada, que culminou com o ataque a diversas aldeias no sul do estado, além de um bombardeio aéreo que destruiu um templo da Igreja Luterana, segundo testemunhas.

Esse relato, porém, levantou a suspeita de que os fulani tenham obtido apoio militar clandestino, o que gerou questionamentos ao governo do país, que é conduzido por um muçulmano. Em resposta, os militares nigerianos afirmaram que usaram aeronaves para responder ao ataque dos fulani.

Fonte: Gospel Mais

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